Em 2027, um site profissional feito por agência custa, em média, de R$ 3.000 a R$ 15.000 para pequenas e médias empresas. Projetos com loja virtual, integrações ou sistemas sob medida passam facilmente de R$ 20.000. Essa é a resposta curta.
A resposta honesta é que “quanto custa um site” se parece muito com “quanto custa uma casa”. Uma quitinete e uma casa de quatro quartos com piscina são, as duas, casas. Mas ninguém espera que tenham o mesmo preço. Com sites acontece o mesmo: uma página única para divulgar um serviço e um portal com área de cliente são, os dois, sites.
O problema é que, ao pesquisar preços, o empresário encontra de tudo. Há anúncios de “site profissional por R$ 299” e orçamentos de R$ 40.000 para algo que, à primeira vista, parece igual. Sem entender o que está por trás de cada valor, fica impossível comparar propostas. E o risco é escolher pelo menor preço e pagar duas vezes.
Neste guia, a Anexo Comunicação abre a caixa-preta da criação de sites. Você vai ver:
- as faixas de preço atualizadas por tipo de site;
- o que de fato entra no preço de um projeto profissional;
- os custos mensais e anuais que muita gente esquece;
- as diferenças entre fazer sozinho, contratar um freelancer ou uma agência;
- as tendências de 2027 que mudam o valor de um site;
- um checklist para pedir orçamentos e comparar propostas com segurança.
No final, há uma seção de perguntas frequentes com respostas diretas para as dúvidas mais comuns. Se você quer investir com segurança, vale ler até o fim.
Tabela de preços: quanto custa um site em 2027
A tabela abaixo resume as faixas de preço praticadas no mercado brasileiro para criação de sites feita por profissionais. Os valores consideram o desenvolvimento (pagamento único) e não incluem custos mensais como hospedagem e manutenção, que veremos mais adiante.
| Tipo de site | Faixa de preço (criação) | Prazo médio | Indicado para |
|---|---|---|---|
| Landing page | R$ 1.500 a R$ 5.000 | 1 a 3 semanas | Campanhas, lançamentos, um único serviço |
| Site institucional | R$ 3.000 a R$ 15.000 | 3 a 8 semanas | Empresas de serviço, clínicas, escritórios, indústrias |
| Site institucional com blog e SEO | R$ 5.000 a R$ 20.000 | 4 a 10 semanas | Quem quer gerar clientes pelo Google |
| Loja virtual (e-commerce) | R$ 8.000 a R$ 50.000+ | 6 a 16 semanas | Venda online de produtos |
| Portal, sistema ou plataforma sob medida | R$ 30.000 a R$ 150.000+ | 3 a 12 meses | Áreas de cliente, marketplaces, intranets |
Para comparação, guias publicados em 2026 apontam que sites profissionais e robustos costumam exigir entre R$ 2.500 e R$ 15.000 ou mais, e que projetos de freelancer ou agência variam de R$ 1.000 a R$ 10.000 nos casos simples e chegam a R$ 100.000 ou mais nos complexos. As faixas acima são uma projeção para 2027 a partir desses dados e da prática do mercado.
Repare na amplitude: um site institucional pode custar R$ 3.000 ou R$ 15.000. Essa diferença não é aleatória. Ela vem do que está incluído no projeto, e é isso que você vai entender nas próximas seções.
Tipos de site e quanto custa cada um
O primeiro fator que define o preço é o tipo de site. Cada formato tem um objetivo, uma quantidade de páginas e um nível de complexidade técnica diferente.
Landing page: R$ 1.500 a R$ 5.000
A landing page é uma página única com um objetivo claro: fazer o visitante preencher um formulário, chamar no WhatsApp ou comprar. É muito usada em campanhas de Google Ads e Meta Ads, lançamentos de produtos e captação de leads.
Apesar de ter uma página só, uma landing page profissional exige trabalho estratégico. A estrutura de texto (copywriting), a ordem dos argumentos, os botões de ação e a velocidade de carregamento fazem diferença direta na taxa de conversão. Uma landing page que converte 4% em vez de 1% quadruplica o resultado da mesma verba de anúncio.
O preço sobe quando o projeto inclui copywriting profissional, testes A/B, integração com CRM ou ferramentas de automação de marketing.
Site institucional: R$ 3.000 a R$ 15.000
É o formato mais procurado por pequenas e médias empresas. Um site institucional costuma ter de 5 a 15 páginas: início, sobre, serviços, páginas individuais de cada serviço, portfólio ou cases, depoimentos e contato.
A função dele é apresentar a empresa, transmitir credibilidade e transformar visitantes em contatos. Para muitos negócios, é a primeira impressão que o cliente tem da marca antes de ligar ou pedir um orçamento.
Na faixa mais baixa estão os sites construídos a partir de temas prontos, com poucas páginas e personalização limitada. Na faixa mais alta estão os projetos com layout exclusivo, arquitetura de informação planejada, textos escritos por redatores e SEO técnico bem feito.
Site com blog e estratégia de SEO: R$ 5.000 a R$ 20.000
Quando o objetivo é atrair clientes pelo Google de forma constante, o site precisa nascer preparado para isso. Além das páginas institucionais, o projeto inclui um blog, estrutura de categorias, pesquisa de palavras-chave e configuração técnica para indexação.
Esse tipo de site custa mais no início, mas tende a reduzir o custo de aquisição de clientes ao longo do tempo. Um artigo bem posicionado pode trazer visitas qualificadas por anos, sem pagar por clique.
Loja virtual (e-commerce): R$ 8.000 a R$ 50.000+
Uma loja virtual envolve catálogo de produtos, carrinho, meios de pagamento, cálculo de frete, gestão de estoque, emissão de nota fiscal e integração com marketplaces. Cada uma dessas peças aumenta a complexidade.
O preço varia bastante conforme a plataforma. Lojas montadas em plataformas SaaS, como Nuvemshop ou Shopify, têm custo de criação menor, mas pagam mensalidade e, em alguns casos, taxa por venda. Lojas em plataformas abertas, como WooCommerce ou Magento, dão mais liberdade, mas exigem mais desenvolvimento e manutenção.
Portais, sistemas e plataformas: R$ 30.000 a R$ 150.000+
Aqui entram projetos como portais de notícias, áreas de membros, sistemas de agendamento, marketplaces, intranets e plataformas com login de clientes. Esses sites são, na prática, softwares. Exigem banco de dados, regras de negócio, segurança reforçada e testes extensos.
Nesses casos, o orçamento costuma ser feito por etapas, começando com uma fase de descoberta para mapear requisitos antes de definir o valor total.
O que entra no preço de um site profissional
Quando você recebe um orçamento de criação de sites, o valor final é a soma de várias etapas. Entender cada uma delas é a melhor forma de comparar propostas e saber se o preço é justo.
1. Diagnóstico e estratégia
Todo projeto profissional começa antes do design. Nessa etapa, a equipe entende o negócio, o público, os concorrentes e os objetivos do site. É aqui que se define o que o site precisa fazer: gerar orçamentos, vender, agendar consultas ou reforçar a marca.
O resultado costuma ser um mapa do site (sitemap), a lista de páginas e a jornada que o visitante vai percorrer até entrar em contato. Sites baratos geralmente pulam essa etapa. O resultado é um site bonito, mas que não conversa com o cliente certo.
2. Arquitetura de informação e wireframes
Com a estratégia definida, a equipe organiza o conteúdo de cada página. Os wireframes são esboços simples que mostram onde fica cada bloco: título, texto, imagem, botão, depoimentos. Eles permitem ajustar a estrutura antes de investir tempo no visual.
3. Design (UI e UX)
O design envolve dois lados. A interface (UI) é a parte visual: cores, tipografia, ícones, imagens e identidade da marca. A experiência do usuário (UX) é a facilidade de uso: navegação clara, leitura confortável, botões fáceis de encontrar e bom funcionamento no celular.
Aqui está uma das maiores diferenças de preço. Um tema pronto adaptado custa pouco. Um layout exclusivo, desenhado para a marca e testado em diferentes telas, exige mais horas de trabalho de designers experientes.
4. Desenvolvimento
É a etapa em que o design vira um site funcionando. Inclui a programação das páginas, a configuração do gerenciador de conteúdo (como o WordPress), os formulários, a versão para celular e os testes em diferentes navegadores.
O custo do desenvolvimento depende da tecnologia escolhida e das funcionalidades. Animações, filtros de busca, áreas restritas e calculadoras aumentam o número de horas.
5. Conteúdo: textos, imagens e vídeos
O conteúdo é um dos itens mais subestimados. Muitas empresas acham que vão escrever os textos sozinhas e o projeto trava por semanas esperando material. Textos profissionais, pensados para SEO e conversão, costumam ser um item à parte no orçamento.
O mesmo vale para imagens. Bancos de imagem gratuitos resolvem parte do problema, mas fotos reais da equipe, do espaço e dos produtos transmitem muito mais confiança. Ensaios fotográficos e vídeos institucionais podem ser orçados separadamente.
6. SEO técnico e on-page
Um site profissional precisa estar preparado para aparecer no Google. Isso inclui:
- URLs amigáveis e estrutura de títulos (H1, H2, H3) correta;
- title tags e meta descriptions em todas as páginas;
- velocidade de carregamento e boas notas nos Core Web Vitals;
- sitemap, robots.txt e configuração do Google Search Console;
- dados estruturados (schema) para resultados enriquecidos;
- imagens otimizadas e textos alternativos.
Sem isso, o site existe, mas ninguém encontra. Corrigir SEO depois que o site está no ar costuma custar mais do que fazer certo desde o início.
7. Integrações e funcionalidades extras
Cada conexão com outra ferramenta adiciona horas ao projeto. As mais comuns são:
- WhatsApp e chat online;
- CRM (RD Station, HubSpot, Pipedrive);
- Google Analytics 4, Google Tag Manager e pixels de anúncios;
- agendamento online;
- meios de pagamento e cálculo de frete;
- área do cliente e login.
8. Segurança, LGPD e acessibilidade
Um site profissional precisa de certificado SSL, backups, proteção contra ataques e política de privacidade. Pela LGPD, formulários que coletam dados pessoais exigem consentimento e transparência sobre o uso das informações. Boas práticas de acessibilidade, como contraste adequado e textos alternativos, ampliam o público e melhoram o SEO.
9. Treinamento, entrega e garantia
Por fim, entram a publicação do site, o treinamento para a equipe atualizar conteúdos e um período de garantia para correções. Pergunte sempre quanto tempo de suporte está incluído após o lançamento.
Quanto custa manter um site: os custos recorrentes
O preço de criação é só uma parte da conta. Todo site tem custos mensais ou anuais para continuar no ar, seguro e atualizado. Ignorar esses valores é um dos erros mais comuns de quem está fazendo o primeiro site.
| Item | Custo estimado | Frequência |
|---|---|---|
| Domínio .com.br | R$ 40 | Anual |
| Domínio .com | R$ 50 a R$ 100 | Anual |
| Hospedagem compartilhada | R$ 15 a R$ 60 | Mensal |
| Hospedagem gerenciada ou VPS | R$ 80 a R$ 500 | Mensal |
| Certificado SSL | Grátis a R$ 500 | Anual |
| E-mail profissional | R$ 10 a R$ 40 por usuário | Mensal |
| Plugins e licenças | R$ 0 a R$ 200 | Mensal ou anual |
| Manutenção e suporte | R$ 150 a R$ 1.500 | Mensal |
Domínio
O domínio é o endereço do site, como suaempresa.com.br. Segundo o NIC.br, o registro de um domínio .br custa R$ 40 por ano, e o preço se mantém na renovação. Já os domínios .com são cobrados em dólar e custam mais. Registre o domínio sempre no CNPJ ou CPF do dono da empresa, nunca no nome da agência ou do programador.
Hospedagem
A hospedagem é o servidor onde os arquivos do site ficam guardados. Para sites institucionais com tráfego moderado, uma hospedagem compartilhada de qualidade resolve. Lojas virtuais e sites com muitas visitas pedem hospedagem gerenciada, VPS ou nuvem, que custam mais, mas garantem velocidade e estabilidade.
Desconfie de hospedagens muito baratas. Um site lento perde visitantes e posições no Google. Também verifique se o plano inclui backups automáticos.
Certificado SSL
O SSL é o que faz aparecer o cadeado e o “https” no navegador. Hoje, a maioria das hospedagens oferece SSL gratuito. Certificados pagos só são necessários em casos específicos, como validação estendida para empresas financeiras.
Manutenção
A manutenção inclui atualizar o sistema e os plugins, monitorar a segurança, fazer backups, corrigir erros e pequenos ajustes de conteúdo. Em sites WordPress, ficar sem atualizações por meses é uma das principais portas de entrada para ataques.
Planos de manutenção profissional costumam custar de R$ 150 a R$ 1.500 por mês, conforme o tamanho do site e o nível de suporte. Guias de mercado de 2026 citam faixa parecida, de R$ 250 a R$ 1.500 ou mais por mês, quando a manutenção é feita por um profissional.
Ferramentas e plugins
Temas premium, plugins de formulário, construtores visuais, ferramentas de SEO e de cache podem ter licenças anuais. Some esses custos ao planejamento antes de fechar o projeto.
Na prática, um site institucional bem cuidado custa entre R$ 250 e R$ 800 por mês para se manter, já incluindo hospedagem de qualidade e manutenção básica.
Construtor de sites, freelancer ou agência: qual escolher?
Existem três caminhos principais para ter um site. Cada um tem um custo diferente e serve para um momento diferente do negócio.
| Caminho | Custo inicial | Vantagens | Desvantagens |
|---|---|---|---|
| Construtor de sites (Wix, Hostinger, Squarespace) | R$ 0 a R$ 1.000 + mensalidade | Barato, rápido, sem programação | Limitado, depende de você, SEO e design genéricos |
| Freelancer | R$ 1.000 a R$ 8.000 | Preço menor que agência, contato direto | Depende de uma pessoa só, risco de sumir, menos estratégia |
| Agência | R$ 3.000 a R$ 50.000+ | Equipe completa, estratégia, suporte contínuo | Investimento maior, processo mais estruturado |
Fazer você mesmo com construtor de sites
Plataformas como Wix, Squarespace e os construtores com inteligência artificial permitem criar um site em poucas horas. O Wix, por exemplo, informa que é possível começar com o plano gratuito ou com planos a partir de R$ 15 por mês.
Esse caminho funciona bem para quem está validando uma ideia ou tem orçamento muito curto. O custo escondido é o seu tempo. Aprender a ferramenta, escrever os textos, escolher imagens e configurar o SEO pode levar semanas. E o resultado costuma ficar parecido com milhares de outros sites.
Contratar um freelancer
Um bom freelancer pode entregar um site de qualidade por um preço intermediário. O ponto de atenção é a dependência de uma única pessoa. Se ela ficar doente, mudar de área ou sobrecarregada, o projeto para. Outro risco é o freelancer dominar só uma parte do processo, como programação, e não ter domínio de design, textos ou SEO.
Antes de contratar, peça portfólio, referências de clientes e um contrato com escopo, prazo e garantia.
Contratar uma agência
Uma agência reúne em um único contrato estratégia, design, desenvolvimento, conteúdo e SEO. Há uma equipe para cada etapa e um processo estruturado. Em caso de problema, sempre há alguém para responder.
O investimento inicial é maior, mas o risco é menor. Para empresas que dependem do site para gerar clientes, a agência costuma ser o caminho com melhor retorno no médio prazo. Também facilita integrar o site a outras ações de marketing, como tráfego pago, redes sociais e e-mail marketing.
Tendências de 2027 que mudam o preço de um site
O mercado de criação de sites mudou bastante nos últimos anos, e 2027 traz novas exigências. Algumas tendências baratearam etapas do processo. Outras aumentaram o nível do que é considerado um site profissional.
Inteligência artificial no processo de criação
Ferramentas de IA aceleram tarefas como gerar rascunhos de texto, criar variações de layout, escrever código repetitivo e otimizar imagens. Isso reduziu o preço de sites simples e acelerou prazos.
Por outro lado, a IA não substitui estratégia, conhecimento do negócio e senso crítico. Sites feitos só com IA tendem a ser genéricos, com textos parecidos com os de concorrentes. O valor de uma agência em 2027 está em usar a IA para ganhar eficiência e dedicar mais tempo ao que diferencia a marca.
Busca por IA e GEO (Generative Engine Optimization)
Cada vez mais pessoas fazem perguntas a assistentes de IA e veem respostas geradas no próprio buscador. Para aparecer nessas respostas, o site precisa de conteúdo claro, bem estruturado, com dados estruturados e autoridade no assunto. Essa otimização, chamada de GEO, já começa a entrar nos orçamentos de projetos com foco em conteúdo.
Performance e Core Web Vitals
O Google usa métricas de experiência, como tempo de carregamento e estabilidade visual, como fator de ranqueamento. Sites pesados, cheios de plugins e animações, perdem posições. Projetos profissionais em 2027 precisam nascer leves, com imagens em formatos modernos e código otimizado.
Mobile em primeiro lugar
A maior parte do tráfego vem do celular. O site não pode apenas “funcionar” no mobile: ele precisa ser pensado primeiro para a tela pequena, com botões grandes, textos curtos e acesso rápido ao WhatsApp.
Privacidade, LGPD e acessibilidade
A fiscalização sobre o uso de dados pessoais está mais madura. Banners de cookies, política de privacidade e formulários com consentimento deixaram de ser opcionais. Da mesma forma, a acessibilidade digital ganha peso, tanto por responsabilidade social quanto por boas práticas de SEO.
Essas exigências adicionam horas ao projeto. Mas um site que ignora esses pontos fica desatualizado rápido e pode gerar riscos jurídicos.
Site barato x site profissional: os custos que não aparecem no orçamento
Um site de R$ 500 parece uma economia. Mas, muitas vezes, o barato sai caro. Os custos de um site mal feito raramente aparecem na fatura. Eles aparecem nas vendas que não acontecem.
Os custos ocultos de um site barato
- Clientes perdidos. Um site lento, confuso ou com aparência amadora faz o visitante sair e procurar o concorrente.
- Invisibilidade no Google. Sem SEO, o site não aparece nas buscas e a empresa depende 100% de anúncios pagos.
- Retrabalho. Muitas empresas pagam por um site barato e, um ano depois, pagam de novo por um site refeito do zero.
- Falta de autonomia. Sites com código fechado ou sem treinamento obrigam a empresa a pagar por qualquer alteração simples.
- Riscos de segurança. Sites sem atualização podem ser invadidos, sair do ar ou ser usados para disparar spam.
- Domínio em nome de terceiros. Quando o domínio está registrado no nome de quem fez o site, a empresa pode perder o endereço em caso de desentendimento.
Como calcular o retorno de um site
A pergunta mais útil não é “quanto custa um site”, mas “quanto um site pode trazer de retorno”. Faça uma conta simples:
- Estime quantas visitas o site recebe por mês.
- Calcule a taxa de conversão (quantos visitantes viram contatos).
- Veja quantos contatos viram clientes.
- Multiplique pelo valor médio de cada cliente.
Imagine um site com 1.000 visitas por mês. Se 2% entram em contato, são 20 contatos. Se 25% fecham negócio, são 5 novos clientes. Com um ticket médio de R$ 2.000, o site gera R$ 10.000 por mês.
Agora compare com um site que converte só 0,5%. Ele gera 5 contatos, pouco mais de 1 cliente e cerca de R$ 2.500 por mês. A diferença de R$ 7.500 mensais paga um site profissional em poucas semanas.
Esse é o ponto central: um site profissional não é uma despesa de marketing. É um ativo que trabalha 24 horas por dia para o seu negócio.
Como pedir um orçamento de site e comparar propostas
Quanto mais claro for o seu pedido, mais precisos serão os orçamentos. Antes de falar com agências ou profissionais, organize as informações abaixo.
O que definir antes de pedir orçamento
- Objetivo principal: gerar contatos, vender online, agendar, apresentar a empresa?
- Público: quem você quer atrair e o que essa pessoa procura?
- Páginas: uma lista inicial das páginas necessárias.
- Referências: dois ou três sites que você admira e o motivo.
- Concorrentes: quem são e o que eles fazem bem ou mal.
- Conteúdo: você já tem textos, fotos e vídeos ou precisa que sejam produzidos?
- Funcionalidades: formulários, blog, agendamento, loja, área do cliente, integrações.
- Identidade visual: a marca já tem logotipo e manual ou precisa ser criada?
- Prazo e orçamento: qual o prazo ideal e a faixa de investimento disponível.
Perguntas para fazer a quem vai criar seu site
- O domínio e a hospedagem ficarão no nome da minha empresa?
- O layout é exclusivo ou baseado em tema pronto?
- Os textos estão incluídos? E as imagens?
- Quais itens de SEO estão no escopo?
- O site será otimizado para celular e para velocidade?
- Vou conseguir editar o conteúdo sozinho? Há treinamento?
- Quanto tempo de garantia e suporte está incluído após a entrega?
- Qual o valor e o que inclui a manutenção mensal?
- Quantas rodadas de ajustes estão previstas?
Como comparar propostas
Não compare apenas o valor final. Coloque as propostas lado a lado e verifique o que cada uma inclui. Muitas vezes, a proposta mais barata não inclui textos, SEO, treinamento ou suporte. Quando esses itens são somados depois, a diferença de preço desaparece.
Desconfie de propostas que não detalham o escopo, que prometem “primeiro lugar no Google” ou que não incluem contrato. Um bom fornecedor explica o que vai entregar, como vai entregar e quando.
Criação de sites na Anexo Comunicação
Na Anexo Comunicação, a criação de sites começa pelo negócio, não pelo layout. Cada projeto é pensado para que o site seja uma ferramenta de geração de clientes, integrada à comunicação da marca.
Nosso processo segue cinco etapas:
- Imersão e estratégia: entendemos seu negócio, seu público e seus concorrentes para definir o objetivo do site.
- Arquitetura e conteúdo: organizamos as páginas e produzimos textos pensados para SEO e conversão.
- Design exclusivo: criamos um layout alinhado à identidade da sua marca e pensado primeiro para o celular.
- Desenvolvimento e SEO técnico: construímos um site rápido, seguro, adequado à LGPD e pronto para o Google.
- Lançamento e acompanhamento: publicamos o site, treinamos sua equipe e acompanhamos os resultados.
Como agência de comunicação, também conectamos o site às outras frentes do seu marketing: redes sociais, tráfego pago, conteúdo e identidade visual. Assim, o site deixa de ser um cartão de visitas parado e passa a fazer parte de uma estratégia.
[Inserir aqui: diferenciais reais da Anexo, número de projetos entregues, segmentos atendidos e um ou dois cases com resultados.]
Quer saber quanto custa o site da sua empresa? Fale com a equipe da Anexo Comunicação e receba um orçamento personalizado, com escopo detalhado e sem surpresas. [Inserir link para a página de contato ou WhatsApp.]
Perguntas frequentes sobre quanto custa um site
Quanto custa um site simples em 2027?
Um site simples, com poucas páginas e tema pronto, custa de R$ 1.000 a R$ 3.000 quando feito por um profissional. Com construtores de sites, é possível começar com valores mais baixos, mas com limitações de design e SEO.
Quanto custa um site profissional para pequena empresa?
Um site institucional profissional para pequena empresa custa, em média, de R$ 3.000 a R$ 15.000. O valor depende do número de páginas, do design ser exclusivo ou não, da produção de textos e do nível de SEO incluído.
Quanto custa manter um site por mês?
Um site institucional costuma custar de R$ 250 a R$ 800 por mês, somando hospedagem de qualidade, domínio rateado e manutenção. Lojas virtuais e sites com muito tráfego podem ultrapassar R$ 1.500 mensais.
Quanto tempo leva para criar um site?
Uma landing page leva de 1 a 3 semanas. Um site institucional, de 3 a 8 semanas. Lojas virtuais e sistemas podem levar de 2 a 12 meses. O que mais atrasa projetos é a demora na entrega de conteúdo e nas aprovações.
Vale a pena fazer um site sozinho?
Vale para quem está começando, tem orçamento muito curto e tempo disponível para aprender. Para empresas que querem gerar clientes pelo site, um projeto profissional costuma ter retorno maior, pois inclui estratégia, design focado em conversão e SEO.
O site precisa de manutenção depois de pronto?
Sim. Atualizações de sistema e plugins, backups, monitoramento de segurança e ajustes de conteúdo são necessários para manter o site seguro, rápido e bem posicionado.
O domínio do site fica no nome de quem?
O domínio deve ficar sempre no nome da sua empresa ou no seu CPF. Isso garante que o endereço seja seu, mesmo que você troque de agência ou de profissional no futuro.
Um site com SEO aparece no Google na hora?
Não. O SEO prepara o site para ser encontrado, mas o posicionamento leva tempo. Em geral, os primeiros resultados aparecem entre 3 e 6 meses, especialmente com produção de conteúdo constante.
Qual a diferença entre site institucional e landing page?
O site institucional apresenta a empresa como um todo, com várias páginas. A landing page é uma página única focada em uma ação específica, como pedir um orçamento ou comprar um produto. Muitas empresas usam os dois.